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segunda-feira, 25 de março de 2013



SIGNIFICADOS DA SEMANA SANTA


- Domingo de Ramos

Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenaram à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de  
oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os discípulos e entrou na cidade como um rei, mas sentado num jumentinho - o símbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.


Segunda-Feira Santa
É o segundo dia da Semana Santa, cujo começo tem lugar no Domingo de Ramos, e durante a qual os cristãos comemoram a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
Em alguns lugares é conhecida como segunda - feira de trevas. Nesse dia realiza-se a o ofício de trevas.

Terça-Feira Santa
É o terceiro dia da Semana Santa, onde são celebradas as Sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria. E muito comum também por ser o dia de penitência no qual os cristãos cumprem promessas de vários tipos.

Quarta-Feira Santa
É o quarto dia da Semana Santa. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebram o Ofício    



das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quinta-Feira da Ceia
É o quinto dia da Semana Santa e na manhã deste dia, nas catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o seu clero para celebrar a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os óleos que serão usados na administração dos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. Com essa celebração se encerra a Quaresma.
Neste mesmo dia, à noite, são relembrados os três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés com a instituição do mandamento novo e a instituição do sacerdócio. É neste momento que Judas Iscariotes sai para entregar Jesus por trinta moedas de prata. E é nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e, no amanhecer da sexta-feira, açoitado e condenado.

A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares (quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores e velas), tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. Também se cobrem todas as imagens existentes no templo.

Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão
É quando a Igreja recorda a Morte do Salvador. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e Adoração da Cruz. A recordação da morte do Senhor consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão. Presidida por presbítero ou bispo, os paramentos para a celebração são de cor vermelha.

Sábado Santo ou Sábado de Aleluia
É o dia da espera. Os cristãos junto ao sepulcro de Jesus aguardam sua ressurreição. No final deste dia é celebrada a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do
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canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia (4 leituras e 4 salmos) percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. Há também o batismo daqueles adultos que se prepararam durante toda a quaresma. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as Missas.


A PROFECIA DOS SETE REIS - ENGODO PROTESTANTE


Os evangélicos tinham plena certeza de que o Papa João Paulo II iria ressuscitar para reassumir o papado depois Bento XVI, tornando-se ele próprio o 6.º e o 8.º "rei" a partir do reconhecimento do Estado do Vaticano,  porém ninguém, se lembrou de profetizar a renúncia de Bento XVI e a eleição do Cardeal Bergoglio, agora chamado Francisco. Uma outra profecias das mais conhecidas, diz a revista norte-americana, é a de William Miller. Em 1840, começou a dizer que o mundo ia acabar e Cristo regressaria, prevendo um grande incêndio entre 21 de Março de 1843 e 21 de Março de 1844. Quando a data passou, disse que afinal era até Outubro. O fim nunca chegou, mas os seus seguidores formaram a Igreja Adventista do Sétimo Dia.




Fonte: TIME LISTS

Esta também não é a primeira vez que Camping erra a previsão. Antes, tinha estabelecido a data do fim do mundo como sendo 6 de Setembro de 1994. As suas previsões são sempre baseadas em cálculos a partir de acontecimentos da Bíblia.

Outro profeta norte-americano foi William Branham, da igreja pentecostal. Depois de dizer que recebeu a visita de sete anjos, em Fevereiro de 1963, indicou que o fim do mundo seria em 1977. Mas não viveu para assistir a esse dia. Morreu em 1965, depois de um acidente de carro.
   
A lista da 'Time' continua com os anabaptistas de Munster (protestantes alemães) do século XVI e segue com uma série de livros sobre profecias do fim do mundo. Lembra ainda o famoso Y2K (segundo o qual todos os computadores seriam destruídos na passagem do milénio) e a seita Branch Davidians, da América dos anos 1990. 


Agora vem esta outra que também não deu certo:

Família espera 3 dias para idosa 'ressuscitar'

Fonte - GLOBO.COM G1

28/10/09 - A aposentada Ivaneide Barbosa do Nascimento, 66 anos, morreu no sábado (24), mas só foi sepultada nesta terça-feira (27), em João Pessoa. Segundo familiares e amigos, a demora teria sido um pedido feito por ela em seu leito de morte. Irmã Neide, como era conhecida na capital paraibana, oferecia consultas espirituais para a comunidade e algumas pessoas chegaram a imaginar que ela pudesse ressuscitar. 


Aposentada, antes de morrer, pediu que seu corpo não fosse mexido.
Funcionário de cemitério disse que corpo não enrijeceu em 72 horas.


Ivaneide foi sepultada três dias após sua morte
(Foto: Rafaela Tabosa/D.A Press)


A aposentada Ivaneide Barbosa do Nascimento, 66 anos, morreu no sábado (24), mas só foi sepultada nesta terça-feira (27), em João Pessoa. Segundo familiares e amigos, a demora teria sido um pedido feito por ela em seu leito de morte. Irmã Neide, como era conhecida na capital paraibana, oferecia consultas espirituais para a comunidade e algumas pessoas chegaram a imaginar que ela pudesse ressuscitar. 

   
A casa onde ela morava virou atração para curiosos durante os três dias que o corpo da aposentada ficou no local. Irmã Neide foi sepultada na tarde desta terça-feira no Cemitério Parque das Acácias.

“Havia uma expectativa de que ela ressuscitaria após três dias. Não posso dizer que cheguei a acreditar nisso, mas oramos muito e pagamos para ver. Passado o período, tivemos de providenciar o sepultamento”, disse Eudmarco Medeiro de Farias, 33 anos, secretário e amigo da família.

Carlos Antonio da Silva, 52 anos, que preparou o corpo da aposentada para o sepultamento, disse que nunca viu algo parecido. “Em dez anos de profissão no cemitério, nunca vi um corpo não enrijecer, não exalar odores e não inchar em 72 horas. Parecia que ela tinha acabado de morrer.”

[Ai, ai ai!!!! Tem mentira rolando por aqui. Noutro lugar li que a defunta foi enterrada porque já estava fedendo!!!!]

Farias disse ainda que Irmã Neide, fez um último pedido instantes antes de morrer. “Ela falou para a funcionária que trabalha na casa dela para que a hora dela estava chegando e que não era para mexer no corpo dela durante três dias. Ela pediu que não fosse sepultada neste período.”


Segundo ele, os parentes da aposentada, que estão divididos em vários países e estados brasileiros, teriam tempo para vê-la antes do sepultamento. “Parecia que ela queria estar bem para se despedir da família. Todos consideram que ocorreu um milagre. Parecia que ela estava dormindo, apenas descansando”, disse Farias.

Assim como foi intensa a movimentação de curiosos na casa da aposentada desde sábado, o velório de Irmã Neide também atraiu muitas pessoas. Apesar disso, familiares e amigos não acreditam que a casa onde ela viveu se transforme em local de peregrinação.


 

IGREJA - UMA MEGACOBERTURA



  • Igreja, uma megacobertura - I




Meu caro Leitor, veja só este texto, aparecido no “O Estado de São Paulo”. Leia com atenção, e reflita, você também. O Autor é Carlos Alberto de Franco (é doutor em Comunicação pela Unversidade de Navarra e diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS).








Escrito por Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Titular de Acúfica e Auxiliar de Aracaju.


Uma megacobertura
Uma megacobertura. Não há outra palavra para definir o volume de informação a respeito da Igreja Católica. A surpreendente renúncia de Bento XVI, os bastidores do conclave, o impacto da eleição do primeiro pontífice da América Latina e a próxima Jornada Mundial da Juventude, encontro do papa Francisco com os jovens, em julho no Rio de Janeiro, puseram a Igreja no foco de todas as pautas.

A cobertura do Vaticano é um case jornalístico que merece uma análise técnica. Algumas patologias, evidentes para quem tem olhos de ver, estiveram presentes em certas matérias da imprensa mundial: engajamento ideológico, escassa especialização e pouco preparo técnico, falta de apuração, reprodução acrítica de declarações não contrastadas com fontes independentes e, sobretudo, a fácil concessão ao jornalismo declaratório.
Poucos, por exemplo, se aprofundaram no verdadeiro sentido da renúncia de Bento XVI e na qualidade de seu legado. O papa emérito, intelectual de grande estatura e homem de uma humildade que desarma, sempre foi julgado com o falso molde de um conservadorismo exacerbado. Mas, de fato, foi o grande promotor da realização do Concílio Vaticano II, o papa que mais avançou no diálogo com o mundo islâmico, o pontífice que empunhou o bisturi e tratou de rasgar o tumor das disputas internas de poder e o câncer dos desvios sexuais.
Sua renúncia, um gesto profético e transgressor, foi um ato moderno e revolucionário. Bento XVI não teve nenhum receio de mostrar ao mundo um papa exausto e sem condições de governar a Igreja num período complicado e difícil. Foi sincero. Até o fim. Ao mesmo tempo, sua renúncia produziu um vendaval na consciência dos cardeais. A decisão, inusual nas plataformas de poder, foi a chave para o início da urgente e necessária reforma da Igreja. O papa emérito, conscientemente afastado das bajulações e vaidades humanas e mergulhado na sua oração, está sendo uma alavanca de renovação da Igreja.

Nada disso, no entanto, apareceu na cobertura da mídia. Faltaram profundidade, análise séria, documentação. Ficamos, todos, focados nos boatos, nas intrigas, na ausência de notícia. Falou-se, diariamente, do relatório dos cardeais ao papa emérito denunciando supostos escândalos no Vaticano. Mas ninguém na mídia, rigorosamente ninguém, teve acesso ao documento. Os jornais, no entanto, entraram de cabeça no mundo conspiratório. Suposições, mesmo prováveis, não podem ganhar o status de certeza informativa.




Igreja, uma megacobertura - II

Escrevia-me, recentemente, um excelente jornalista. "Acordei hoje cedo, li os jornais e me perguntei: sou só eu a me indignar muito com a proliferação de 'informações' inverificáveis, oriundas de fontes off the record ou de documentos 'sigilosos' sobre os quais não há nenhum outro dado que permita verificar sua realidade e consistência? Ninguém se questiona sobre tantos 'furos', 'obtidos' por jornalistas que escrevem a distância 'reportagens' tão nebulosas, redigidas em uma lógica claramente sensacionalista? Ninguém mais se preocupa com a checagem de informações, com a credibilidade das fontes?" Assino embaixo do seu desabafo.

A enxurrada de matérias sobre abuso sexual na Igreja é outro bom exemplo desses desvios. Setores da mídia definiram os abusos com uma expressão claramente equivocada: "pedofilia epidêmica". Poucos jornais fizeram o que deveriam ter feito: a análise objetiva dos fatos. O exame sereno, tecnicamente responsável, mostraria, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que o número de delitos ocorridos é muitíssimo menor entre padres católicos do que em qualquer outra comunidade. O conhecido sociólogo italiano Massimo Introvigne mostrou que, num período de várias décadas, apenas cem sacerdotes foram denunciados e condenados na Itália, enquanto 6 mil professores de Educação Física sofriam condenação pelo mesmo delito. Na Alemanha, desde 1995, existiram 210 mil denúncias de abusos. Dessas 210 mil, 300 estavam ligadas ao clero, menos de 0,2%. Por que só nos ocupamos das 300 denúncias contra a Igreja? Mas e as outras 209 mil? Trata-se, como já afirmei, de um escândalo seletivo.
Claro que alguns representantes da Igreja - padres, bispos e cardeais - têm importante parcela de culpa. Na tentativa de evitar escândalos públicos, esconderam um problema que é inaceitável. Acresce a tudo isso o amadorismo, o despreparo e a falta de transparência da comunicação eclesiástica. O novo pontífice precisa enfrentar a batalha da comunicação. E o papa Francisco dá toda a impressão de que está decidido a estabelecer um diálogo direto e produtivo com a imprensa. O desejo de se reunir com os jornalistas na grande sala de audiência Paulo VI foi muito sugestivo.



Igreja, uma megacobertura - III


A Igreja, com sua história bimilenar e precedentes de crises muito piores, é um fenômeno impressionante. E, obviamente, não é um assunto para ser tocado com amadorismo, engajamento ou preconceito. A má qualidade da cobertura da Igreja é, a meu ver, a ponta do iceberg de algo mais grave.Reproduzimos, frequentemente, o politicamente correto. Não apuramos. Não confrontamos informações de impacto com fontes independentes. Ficamos reféns de grupos que pretendem controlar a agenda pública. Mas o jornalismo de qualidade não pode ficar refém de ninguém: nem da Igreja, nem dos políticos, nem do movimento gay, nem dos fundamentalistas, nem dos ambientalistas, nem dos governos. Devemos, sim, ficar reféns da verdade e dos fatos.

Há espaço, e muito, para o bom jornalismo. Basta cuidar do conteúdo e estabelecer metodologias e processos eficientes de controle de qualidade da informação.




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sábado, 23 de março de 2013



A Igreja católica presente na
CHINA,
antes do ano 1000

Sempre se acreditou que a Igreja católica se fez presente na China a partir do ano 1294, quando os primeiros missionários enviados pela Santa Sé chegaram à capital do país pelo caminho da seda, que os comerciantes costumavam fazer e que já tinha sido descrito por Marco Polo em sua obra "O milhão".

É verdade que foram encontrados sinais da presença do cristianismo muito anteriores a essa data, mas pensava-se que os primeiros evangelizadores da China fossem os nestorianos, Igreja que não estava em comunhão com Roma e que parecia não explicar suficientemente a unidade da natureza humana e divina em Cristo.

IMAGEM À ESQUERDA - Matteo Ricci é considerado o símbolo do primeiro contacto da China com as ciências e a tecnologia europeias, do encontro pioneiro do Evangelho com os intelectuais da raça Han, assim como um dos primeiros intercâmbios entre a cultura chinesa e a ocidental. (Homilia do Cardeal Tarcísio Bertone na Missa para os estudantes de teologia participantes do curso sobre o tema: Matteo Ricci - Diálogo entre a China e o Ocidente - 2007)




Mas a data de 1294 deve ser modificada: podemos afirmar hoje, com toda certeza, que já por volta de 650 a aventura da Igreja católica na China tinha começado. É isso que podemos ler numa publicação da agência de notícias UCAN, que divulgou um estudo do padre Gianni Criveller, Pime, do Centro de pesquisas Espírito Santo, de Hong Kong.

Sabemos, por exemplo, que numa ampla região da Ásia central, que corresponderia hoje ao Iraque, Irã e Paquistão, a Igreja católica estava bem enraizada e estruturada já nos primeiros séculos do primeiro milênio. Foi essa Igreja, que chamaríamos de Igreja do Leste, que teve um papel determinante na evangelização de muitos países do centro da Ásia, como Índia, Sri Lanka, Tibete e Afeganistão, num período que vai do século quarto ao oitavo. Mais tarde, iniciou também a evangelização da China. Pelos achados arqueológicos, podemos afirmar que houve, já naquela época, um grande esforço de inculturar a mensagem do Evangelho na cultura budista reinante nesse país.

Foram descobertos, perto de Xi´an, na província do Shaanxi, os restos de um templo que antes fora cristão e que remonta ao ano 650. Portanto, já nessa época tinha iniciado a evangelização da China. Sempre perto da cidade de Xi'an, foi descoberta uma coluna com inscrições gravadas em 781 por um grupo de monges persas que mostra um considerável esforço de inculturação da mensagem evangélica, que ali aparece comentada e explicada com termos próprios da cultura taoísta e budista, bem diferentes da cultura persa daqueles primeiros missionários.

Há mais um sinal claro da presença da Igreja na China nessa época: a divindade mais venerada na China é Guan Yin, a deusa da misericórdia. Ela é a única entidade feminina a ser cultuada no budismo e suas estátuas começaram a aparecer nessa época, em que já podiam ser encontradas imagens de Nossa Senhora. Poderia ser um exemplo de contaminação religiosa.

A Igreja expandiu-se durante um bom período apoiada pelos imperadores da época, até que, em 841, começou a perseguição contra as várias religiões, só deixando espaço livre ao confucionismo e ao taoísmo. Sobreviveram somente algumas comunidades ao longo do caminho da seda, talvez pelos contatos que podiam ter com os comerciantes vindos do Ocidente.

   
Com a chegada dos primeiros missionários enviados por Roma em 1294, o catolicismo na China refloresceu durante quase um século para depois ser perseguido novamente com o advento da dinastia Ming. Recomeçou em 1600, quando, de novo, os missionários jesuítas chegaram e foram aceitos na corte do imperador. E foi sempre assim nos séculos seguintes: períodos de calma e de crescimento e períodos de perseguição e de martírio. Isso continua até hoje. A semente do Evangelho nunca morreu definitivamente ainda que, depois de mais de mil anos, ainda não tenha conseguido encontrar o terreno para poder brotar e produzir frutos como em outros países.


Agência UCAN - Hong Kong



quarta-feira, 20 de março de 2013



ONDE ESTÁ ESCRITO QUE SOMENTE A IGREJA INTERPRETA CORRETAMENTE A BÍBLIA?
Andro Bereczki: - Onde diz que  a Igreja Católica Apostólica Romana é  a única que pode interpretar a Bíblia? N tem em lugar nenhum ... Mostre aonde o privilégio de interpretar a bíblia é exclusiva da Igreja Católica Apostólica Romana?



Autor: Oswaldo



Somente a Igreja Católica tem o Espírito Santo para interpretar a Bíblia segundo o Espírito o qual a capacitou para tanto:

"Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica" (II Cor 3,6)

1.º - Somente ela, e ninguém mais, recebeu de Cristo a ordem de ENSINAR a todas as nações a observar tudo o que cristo nos prescreveu:

 "Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28, 17-20).


2.º - Todos nós somos obrigados a ouvi-la sob o risco de sermos degradados à condição de pagãos e sujeitos à condenação eterna por descrença:

"Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado" (Mc 16,16).

Portanto, não será salvo quem é, ou se tornou pagão; se não crer... não crer em que? Na Bíblia? Sim, nela também! Na Igreja? Claro que sim, pois não crer na Igreja é o mesmo que não crer em Cristo, segundo está escrito:

"Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou"  (Lc 10,16)

3.º - Ninguém mais, na terra, é infalível senão ela:  "... Igreja de Deus vivocoluna e sustentáculo da verdade" (I Tm 3,15);


4.º - Ninguém tem autoridade para ensinar novidades, coisa que vem fazendo a rebelião protestante a qual inventou princípios que a Igreja jamais ensinou e que sequer está na Bíblia. Antes, pelo contrário, são antibíblicos. Dentre estes são o "Somente a Bíblia como única regra de fé" e a "sua livre interpretação" como se todos fossem infalíveis:

"Tendo sabido que alguns dos nossos, SEM MANDATO de nossa parte, saindo até vós perturbaram-vos, transtornando vossas almas com suas palavras..." (At 15,24).

Mas a Igreja Católica é mesmo a Igreja de Cristo?

Que outra Igreja mais o haveria de ser?

Padre Miguel Pró prestes a ser
executado pelos comunistas
do México. Preferiu adotar a
posição de Jesus crucificado
e gritou "Viva Cristo, Rei!",
segundos antes de sentir as
balas assassinas.
Se existisse um outro grupo, que não fosse a Igreja Católica, esse deveria ser ativo, destemido, o próprio sal da terra e luz do mundo (Mc 5,13-15: Vós sois a luz do mundo Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa")

A não ser a Igreja Católica nenhum outro grupo religioso levou a luz de Cristo às mais remotas partes do mundo antes que surgissem a apostasia de Miguel Cerulário e a rebelião luterana.

Alegam nossos opositores que a verdadeira Igreja de Cristo estava escondido por causa das perseguições.

Mas como? 

Como acreditar numa Igreja de Cristo acovardada, borrando-se de medo, incapaz de evangelizar o mundo? Enquanto isso, nesses mais de um milênio a Igreja que costumam chamar de pagã, satânica, fundada por Constantino levava o Evangelho de Deus ao mundo inteiro, conquistando a todos para Cristo.

Enquanto a "verdadeira" Igreja de Cristo se escondia acovardada, a Igreja católica catequizava o mundo enfrentando corajosamente prisões, fogo, destruições, flechas, feras e espadas! 

Que milagres a "verdadeira" Igreja operou para que todos vissem que ela era de Deus? Nenhum! Não há um mísero relato de milagres que pudessem identificar essa cambada de medrosos como sendo a verdadeira igreja de Cristo. 

Bem diferente foi a Igreja Católica! São Francisco Xavier, franciscano, levou o evangelho de Deus ao oriente. 

E a Igreja ali implantada se acovardou? 

Mas não mesmo! 

O shogum moveu-lhe encarniçada perseguição. Para não descrever com injustiça a coragem dos nossos irmãos japoneses, contento-me em copiar trabalho de terceiro:

Mártires japoneses. Beatificados por 
Pio IX no dia 7 de julho de 1867


No início do século XVII uma grande perseguição a todos os missionários se deu no Japão. Foram mais de duas décadas de crueldade e mortes. Cerca de quinhentos mártires deram suas vidas nesse período, dos quais 205 foram beatificados e canonizados por Pio IX,  sendo que quarenta e cinco eram franciscanos.



Deste número fazem parte dois catequistas, pai e filho. Como tivessem um barco, nele conduziam missionários para as regiões de difícil acesso no Japão. Por causa da proximidade com os missionários também foram presos e torturados, permanecendo firmes na fé.

O primeiro a morrer foi o filho Lourenço. Decapitado na frente do pai que, por sua vez, foi condenado a morrer em fogo lento e, por fim, decapitado também.



Essas foram as palavras do pai no momento do martírio de Lourenço: “Lourenço, meu filho, tem coragem! Sê forte! A tua mãe e os teus irmãos já estão no céu, e com Jesus, Maria e todos os santos, esperam por ti no Paraíso. Olha para o céu, que em breve será a nossa pátria. Depois da dor teremos uma alegria sem fim. Tu vais à minha frente, mas eu não tardarei a seguir-te; e assim toda a nossa família será transferida para a pátria onde seremos felizes para sempre!”

ACIMA À DIREITA - Martírio de Paulo Miki e seus 24 companheiros, feitos prisioneiros pelos soldados de Toyotomi Hideyoshi, senhor feudal que unificou o Japão, submetidos a torturas e depois, crucificados em Nagasaki, em 1597, na colina Nishizaka. Seis deles eram missionários franciscanos, três eram jesuítas, 15 eram da Ordem Terceira de São Francisco. Havia entre eles três adolescentes, de 11 a 15 anos de idade

Vejam também com que tenacidade nossos irmãozinhos chineses mantêm sua fé a despeito de todas as perseguições comunistas. Rezemos por eles! NOSSA SENHORA DEFENDE UM POVOADO NA CHINA Rezemos por eles!

segunda-feira, 18 de março de 2013



A SATÂNICA IGREJA DE CONSTANTINO






 - Andro Bereczki: - Onde está na bíblia que Cristo fundou a  Igreja Católica Apostólica Romana?










Autor: Oswaldo




Tem algum sentido lógico este tipo de alegação evangélica?

O raciocínio é muito simples. É dispensável uma inteligência brilhante para percebê-lo:

QUEM FUNDOU SUA IGREJA?


Veja no quadro acima e perceba que  há uma data, um local, e um fundador HUMANO para cada uma das principais Igrejas "ditas" cristãs fundadas a partir dos século XI (Apostasia Ortodoxa) e do século XVI (rebelião Protestante),

Nossos irmãozinhos rebelados, para disfarçar esta marca infamante de suas igrejas, tentam  rebaixar a nível delas a Igreja Católica dando-lhe, sem apresentar nenhum documento probatório, um outro fundador humano afirmando que ela foi fundada por Constantino... 

ONDE ESTAVA, ENTÃO, OU AINDA ONDE ESTÁ A VERDADEIRA IGREJA FUNDADA POR CRISTO?  

Desapareceu, certamente vencida pelo paganismo! Eis, então, como se tornaram vitoriosos os planos de Satanás: Contra as palavras de Cristo Deus, as portas do inferno prevaleceram contra sua Igreja! 

Claro que isto nunca aconteceu nem jamais haverá de acontecer porque Cristo é Deus Todo-Poderoso capaz de sustentar sua palavra. 

E onde se escondeu a hipotética Igreja fundada por Cristo? 

Ter-se-ia refugiado em algum desvão recôndito da Europa, Ásia, ou África, acovardada, com medinho da inquisição? 

Informe-nos: 

O QUE estes medrosos estavam fazendo pelo reino de Deus, enquanto a SATÂNICA IGREJA DE CONSTANTINO espalhava o Evangelho de Deus destemidamente em todas as nações, cooperando com ela o Senhor, o que continua acontecendo até em nossos dias, segundo podemos ler:

"Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao céu e está sentado à direita de Deus. Os discípulos partiram e pregaram por toda parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam" (Mc 16,19-20).

Estes sinais são constituídos por milagres, prodígios e portentos. Aliás, isto ocorre, até com mais abundância entre os evangélicos, espíritas e umbandistas em seus templos, centros e terreiros. Há apenas uma diferença fundamental: Enquanto os milagres que acontecem na "Igreja de Constantino" podem ser rigorosamente examinados pelos mais hábeis e capacitados peritos em todas as ciências sem que possam determinar-lhe a causa, os protestantes se contentam em dar as mais estapafúrdias desculpas tais como estas:



Se o prezado leitor desejar localizar textos bíblicos, documentos e argumentos gerais em defesa da Santa Igreja católica, poderá acessar este ÍNDICE DE ANOTAÇÕES APOLOGÉTICAS: